Capone: A história do Poderoso Chefão


Quando o assunto é a máfia, um dos grandes nomes que vem à cabeça é Alphonse Gabriel Capone, mais conhecido como Al Capone, o maior gângster dos Estados Unidos. Sua história foi contada em dezenas de filmes de ficção, programas de televisão, livros e outros meios de comunicação. É uma coleção impressionante para um homem, cujo sucesso e sua a vida foram relativamente breve.

Data de Nascimento: 17 de janeiro de 1899, Brooklyn, New York
Morreu em: 25 de janeiro de 1947, Palm Island., Florida
Apelidos: Scarface, Snorky, o Big Guy, Big Al

Um soco no rosto da professora, liderança na poderosa Five Points Gang, quebrarias, assaltos, cicatrizes, até mesmo atirar seis vezes na bochecha de um rival em plena luz do dia em um bar lotado, conhecemos, então, a história e os fatos curiosos sobre a vida de Al Capone.

Chegando semanas após a Grande Nevasca de 1899, Alphonse Gabriel Capone nasceu em 17 de janeiro, em um dos anos mais frios já registrados na cidade de Nova York. Seus pais, ambos imigrantes da Itália, eram pessoas trabalhadoras morando no Brooklyn. Seu pai, Gabriele Capone, trabalhava como barbeiro, e sua mãe, Teresina Raiola trabalhou como costureira.

Das nove crianças, Alphonse – apelidado de Al – foi o líder uma vez que seus laços com a máfia se estreitaram. Dois de seus irmãos, Salvatore (conhecido como Frank) e Ralph (Bottles) Capone trabalharam para ele em seu império criminal, enquanto seu irmão James, ironicamente, se tornou um agente de proibição em Nebraska.

Quando criança, Capone era um estudante promissor, mas tinha dificuldades em se ajustar às regras da escola católica paroquial que frequentava. Quando tinha 14 anos, desistiu da escola após ter sido expulso por atacar e dar um soco no rosto de uma professora. Depois de sair da escola, Capone teve diversos trabalhos estranhos e se uniu a algumas gangues locais, incluindo os Bowery Boys e os Junior Forty Thieves.

Entediado de simples quebraria e assaltos, ele pôs seus olhos na poderosa Five Points Gang, em Manhattan.

Capone ganhou o apelido de “Scarface”

Conseguindo um trabalho em um bar local, se tornou o protegido do bartender, que era um mafioso chamado Frankie Yale. Foi durante esse bico que fazia que Capone ganhou o apelido de “Scarface”, depois que ele, sem querer, insultou uma mulher enquanto estava guardando a porta. Apesar de tudo, mesmo que acidentalmente, Capone tinha um corte que atravessava seu rosto feito pelo mafioso Frank Gallucio.

“Em um momento Galluccio salta de sua cadeira e se lança contra o segurança (Al Capone), que atreveu insultar sua irmã. Em sua mão há uma Navalha afiada e com três golpes deixa nítidas cicatrizes na bochecha esquerda de Al Capone, uma ferida com mais de 40 pontos.

A partir desse momento o jovem, Alfonso Capone será de fato apelidado de “Scarface“, ou seja, rosto com cicatriz.

Aquela feia cicatriz no rosto não seria suficiente para fechar o assunto entre os dois gangsters. Será que ele buscou vingança? Descubra como vai terminar a história por trás da famosa Cicatriz de Al Capone.

Desde então, ele sempre tentou esconder sua cicatriz e pedia aos fotógrafos que só tirassem fotos dele do lado direto e não do esquerdo, alegando que seu machucado era um velho ferimento de guerra.

No dia 30 de dezembro de 1918, Capone se casou com sua namorada que fora do casamento tinha dado à luz um mês antes primeiro filho do casal, Albert Francis “Sonny” Capone. Tendo Capone 19 anos naquela época, seus pais tiveram de concordar com o casamento.

Capone se tornou chefe aos 26 anos

Em uma manobra tática, Capone foi emboscado. Entretanto, embora estivesse ileso, não conseguiria trabalhar, pois precisava de tempo para descansar. Pouco depois de uma semana, em janeiro de 1925, Torrio foi baleado diversas vezes por um assassino por encomenda enquanto voltava para sua casa do shopping. Apesar de ter sobrevivido à tentativa de homicídio, Torrio ficou abalado e renunciou a liderança, deixando o reinado para Capone, que só tinha 26 anos quando se tornou o novo chefe do maior sindicato criminal de Chicago.

Capone, que já era conhecido publicamente, percebeu que poderia lucrar em cima disso e começou a agir como uma espécie de Robin Hood dos dias atuais, roubando dos ricos e doando o dinheiro aos pobres. Abriu uma cozinha pública e abrigos para os desabrigados e deu quantias significativas de dinheiro como doação local.

Para se proteger, se amigou do prefeito e da administração superior do Departamento de Polícia de Chicago. Ele era uma figura comum nos jornais e chegou a ser anunciado como quase um salvador da cidade. Quando ele ia a eventos públicos, como jogos de beisebol, a plateia o aplaudia de pé e os jogadores chegavam a ir até ele para poder apertar sua mão. Capone era uma celebridade genuína e usou seu poder para poder se fortalecer perante a cidade.

Ele respondeu com mais violência em um esforço para assumir o controle de todas as cervejarias ilegais e as redes de transporte que provinham do Canadá.

Era conhecido por ser um cara legal; o tipo de cara que agiria como um candidato presidencial, beijando bebês durante o dia, mas, à noite, iria matar seus pais enquanto dormiam. Esse tipo de comportamento traduziu-se na maneira como ele conduzia seus negócios.

Ele iria casualmente conversar com os donos de estabelecimentos locais com um sorriso no rosto, apertando mãos e oferecendo suas bebidas traficadas. Entretanto, se eles recusassem, mais tarde, na mesma noite, capangas bombardeariam o restaurante ou bar. Ao longo de uma única década, mais de cem pessoas foram mortas nesses crimes e, mesmo assim, os cidadãos mesmo sabendo que Capone estava por trás disso, muitos só viam seu rosto sorridente e abraço caloroso.


Não ouse brincar com Capone

Enquanto Capone foi dono de muitos golpes quando jovem, agora ele mal carregava problemas em suas mãos. No entanto, quando um dos contadores foi pego por um de seus rivais, Jowe Howard, Capone estava determinado a mandar a mensagem: “Não brinque com Capone”.



Então, em plena luz do dia, Capone foi atrás de Howard em um bar lotado, o cumprimentou e então atirou com sua arma em sua bochecha seis vezes enquanto o mantinha sentado no bar. Quando teve certeza que Howard estava morto ele simplesmente o largou e foi embora. O bar estava cheio de pessoas, todo mundo viu o que Capone fez e até mesmo a polícia viu que foi ele de fato.

Foram interrogadas algumas questões a Capone pelos oficiais e ele saiu livre, como qualquer homem, sem nenhum mandato de prisão. Ninguém está disposto a testemunhar contra sua pessoa porque, afinal, você não brinca com Capone. É difícil de acreditar que esse nível de ilegalidade chegou a existir, mas Capone construiu um império onde ele era o monarca absoluto.

Entretanto, esse tipo de comportamento também nutriu inimigos. Em um plano estratégico para assassinar Capone, a gangue do Lado Norte elaborou uma estratégia para atraí-lo para a janela em seu quartel general no Hawthorne Inn, em Cicero. Quando ele apareceu, atiradores em diversos carros na rua abriram fogo com suas metralhadoras e espingardas.

De alguma forma, apesar do caos em massa, Capone sobreviveu com alguns arranhões. Calculou, violentamente em distrair Weiss, dono dessa façanha, oferecendo uma trégua que só duraria três semanas, quando ele matou Weiss no mesmo lugar onde mataram Dean O’Banion alguns anos antes.

Capone pode não estar mais entre nós, mas com certeza deixou um grande legado para muitos seguidores e, de certa forma, é tratado como uma inspiração para muita gente que almeja poder nos dias de hoje, que levam como lema pessoal o “não brinque comigo”.

Estilo Al Capone

Al Capone foi um dos gângsters que fizeram história na década de 1920. Literalmente, foi responsável em liderar, de forma irreverente, com ternos de luxo e liderança admirável.

A Moda

Muitas são as fotos onde podemos apreciar a moda de Capone, ternos listrados, chapéus tipo fedora e cigarro na boca, são todos elementos únicos que caracterizam seu vestuário. King Capone foi o primeiro “swagger” entre os gangsteres de todos os tempos.



Apesar de hoje, o termo “Swag” ser usado para simbolizar o estilo da moda mais recente, se formos olhar no dicionário sobre o significado dessa palavra, descobriremos que a primeira definição é aquela de “ganhos” ou “grande quantidade de dinheiro”. Tudo a ver com o Al Capone não acha?


O Carro

Quando você é o maior gangster durante a Proibição na década de 20 e 30 em Chicago, você precisa tomar algumas precauções para se proteger de policiais e colegas criminosos que querem derrubá-lo fora de seu trono.

Conhecida como a “Al Capone Cadillac” era o mais famoso de seus carros. O Cadillac de Capone é um 1928 Town Sedan 5.6 V8, e foi pensado para ser um dos primeiros carros a implementar armadura corporal e vidro à prova de balas.



O carro ainda tem um mito urbano que o rodeia: supostamente F.D. Roosevelt, (Presidente Americano 1933-1945), usou o carro depois de Capone ser preso. Os Serviços Secretos precisavam de um carro seguro para proteger o Presidente Roosevelt, e o Cadillac de Al Capone tinha a armadura que eles precisavam.


A Mansão em Miami

Certamente, o gângster número 1 dos Estados Unidos não poupou cuidado com os detalhes de sua casa em 93 Palm Avenue, ainda hoje, uma propriedade de luxo refinado, de mais de 3.000 m².


Construída e decorada em mármore branco, uma enorme piscina exterior, pisos de madeira e tudo que você pode esperar de uma casa de campo milionária em Miami. Um marco da época da Lei Seca, a mansão de Capone é ainda uma das propriedades mais conhecidas e admiradas em toda Miami.



O Massacre de São Valentim

Esta corrupção na política de Chicago continuou até 14 de fevereiro de 1929 – Dia dos Namorados nos Estados Unidos (no Brasil é comemorado em 12 de junho). Capone, com a intenção de livrar a cidade da Gangue do Lado Norte, ordenou um assassinato para “Bugs” Moran, o único membro sobrevivente da liderança inicial.

Capone, supostamente, pediu aos seus homens para alugar um apartamento do outro lado da rua, em frente ao depósito de caminhões e garagem que serviam como sede da gangue de Moran. O espaço foi usado para realizar a vigilância de Moran e seus capangas. Na manhã do dia 14 de fevereiro, vigias de Capone deram o sinal e pistoleiros disfarçados de policiais uniformizados “invadiram” o edifício de Moran. Os falsos policiais alinharam os sete homens no armazém ao longo de uma parede alegando que eles estavam realizando uma incursão devidamente autorizada das instalações. Ainda se alinhando como mandado, Moran e os seus homens foram mortos por atiradores armados com metralhadoras que entraram por trás, sem que eles pudessem ver...

Quase que imediatamente, fotos das vítimas mortas vazaram para a imprensa e Capone foi responsabilizado pelo massacre, pondo fim à sua reputação pública previamente estelar. Dentro de dias, foi convocado para depor perante um grande júri sobre violações da lei da proibição federal, mas ele se recusou, alegando que estava doente e não podia sair de sua casa em Miami.

Sabendo que ele não podia fugir da intimação por muito tempo, ele testemunhou a um grande júri em 27 de março de 1929. Quando deixou a sala do tribunal, foi preso por agentes do FBI que o esperavam, sob a acusação de desacato ao tribunal por fingir estar doente para evitar o seu aparecimento mais cedo.



Uma equipe de agentes federais conhecidos como “Os Intocáveis” e liderados por Eliot Ness, da Agência do Tesouro dos EUA, foram encarregados de derrubar Capone e seu sindicato. Quando Capone foi condenado em maio daquele ano para ganhar tempo, Ness e sua equipe aumentaram a investigação sobre ele quando ficou atrás das grades. Apenas uma semana depois de sua libertação da prisão, em março de 1930, Capone foi listado como inimigo público número um pela comissão de criminalidade de Chicago.

Com a aplicação da lei no seu encalço e Eliot Ness recusando-se a recuar, Capone foi preso menos de um mês depois sob acusações de vadiagem, quando ele tentou visitar seu retiro na Flórida. O governador, já avisado acerca de Capone, ordenou xerifes para expulsá-lo da cidade. Seguindo o exemplo, um juiz de Chicago com desejos políticos emitiu um mandado para Capone e mandou prendê-lo em setembro sob as mesmas acusações. Usando disso e de sua afiliação com o atual prefeito Thompson, o juiz usou a publicidade para correr contra Thompson na primária republicana.

Em fevereiro de 1931, Capone foi novamente condenado por desacato ao tribunal e condenado a seis meses, mas manteve-se livre porque seu advogado recorreu da condenação. Usando brechas legais, Capone renunciou, alegando lucros de uma atividade criminosa e a ausência de taxas e fiscalização, a Suprema Corte decidiu que a renda deveria ter sido declarada e que essa brecha usada por Capone forçou demais a Quinta Emenda.

O IRS autorizou uma força-tarefa para investigar Capone liderado por Frank J. Wilson. Como Capone não possuía quaisquer bens em seu nome e não tinha uma conta bancária, Wilson concentrou sua atenção sobre as práticas de gastos pródigos de Capone. Sabendo que Capone nunca poderia pagar a roupa, acessórios, carros, joias e charutos com seu rendimento declarado, Wilson usou a despesa como uma maneira de provar que Capone tinha falsificado sua renda. Além disso, o IRS focou-se nos funcionários-chave de Capone, incluindo seu irmão Ralph, que foi condenado por evasão fiscal em 1930 e passou três anos na prisão.

O problema estava na família, então? Capone tinha uma história muito aclamada, mas, infelizmente, “o tiro saiu pela culatra”.

Al Capone conseguiu se livrar?

Na esperança de escapar de uma pena de prisão, Capone ordenou a seu advogado para regularizar a sua situação fiscal e, por meio dele, fez uma oferta ao governo que concedeu sua grande renda para anos específicos com uma oferta para pagar imposto de renda. Apesar disso, Al Capone foi acusado de evasão fiscal em 1931, bem como várias violações da Lei Seca.

O juiz James Herbert Wilkerson, que também presidiu o caso de Ralph, estava familiarizado com Capone e suas travessuras. Quando o procurador George E. Johnson concordou com um acordo judicial que só deu a Capone um par de anos de prisão, o juiz anulou-o, recusando-se a permitir que Capone se declarasse culpado na esperança de receber uma sentença reduzida.

O juiz determinou que não iria aceitar a confissão de culpa declarada pelo advogado de Capone, em vez de Capone pessoalmente. O juiz admitiria a confissão pessoal como prova, alegando que qualquer um que faz uma declaração ao Governo o fez por sua conta e risco, incluindo um representante legal autorizado de Capone.

O caso começou a ser baseado no tamanho da renda de Capone, usando seus hábitos de consumo como prova de sua renda. Em novembro de 1931, foi condenado por evasão fiscal e condenado a onze anos de prisão federal. Além disso, o juiz Wilkerson o multou em US$ 50.000, mais uma adição de US$ 7.692 para despesas judiciais e mais de US$ 215.000, acrescido de juros de impostos atrasados.

Chocado, Al Capone contratou os serviços de advogados com sede em Washington especializados em tributação. Eles produziram um mandado de habeas corpus com base na decisão da Suprema Corte que, como a evasão fiscal não era fraude, Capone foi condenado por acusações que foram relacionadas a anos que estavam fora do limite de tempo para a acusação. Prevendo que a condenação seria derrubada, Capone ficou surpreso quando o juiz criativamente interpretou a lei, com o objetivo que para que o tempo que Capone tinha passado na Flórida ao longo dos anos poderia ser subtraído a partir da idade dos delitos. Assim, naquele período, os recursos foram derrubados.

A era de Capone tinha terminado. Se antes era considerado um gângster aclamado, ele se viu impregnado de acusações, as quais ele tinha total culpa.



A Penitenciária Americana de Atlanta recebe Al Capone

Em maio de 1932, com apenas 33 anos, Capone entrou nos relatórios do sistema penitenciário ao ser sentenciado na Penitenciária Americana de Atlanta. Quando ele chegou, estava em decadência pelo uso de cocaína, devido à abstinência. Enviado à enfermaria, ele também foi diagnosticado com sífilis e gonorreia, além de ter o septo perfurado devido ao uso de cocaína. Com 113 quilos, Capone já não era mais aquele cara durão de antes e agora era visto por seus companheiros como sendo fraco. Para sua sorte, seu companheiro de cela era um ex-funcionário dele, chamado Red Rudinsky, que ficou com pena de Al Capone e se tornou seu protetor no local.

Outros prisioneiros começaram a pensar que Capone estava recebendo alguma espécie de tratamento especial e, para sua própria segurando, foi transferido para a recém-aberta – e prestes a se tornar infame – Penitenciária Federal de Alcatraz.

Estada em Alcatraz e complicações de saúde

Estando na prisão de Alcatraz, a saúde de Al Capone começou rapidamente a decair, e sua neurosífilis começou a comprometer sua estabilidade mental. Já no último ano de sua sentença, ele passou a maioria de seu tempo na enfermaria da prisão, confuso e mentalmente instável. No dia 6 de janeiro de 1939, Capone foi solto de Alcatraz e transferido para a Instituição Federal de Correção em Terminal Island para cumprir sua pena por desrespeito ao tribunal. Ele ganhou liberdade condicional no final do mesmo ano em 16 de novembro.

Ainda fraco e atormentado pela doença, Capone foi encaminhado para o Hospital Johns Hopkins em Baltimore, pois eram especializados no tratamento de paralisia, causada pelo estágio final da sífilis. Entretanto, após sua chegada, a administração do hospital se recusou a tratá-lo devido a sua reputação, e ele foi barrado de usar as instalações do local. O Union Memorial Hospital o acolheu e começou a cuidar dele. Agradecido pela sua compaixão e ajuda, Capone doou duas cerejeiras choronas japonesas para o hospital. Depois de algumas semanas de tratamento, Capone, ainda muito doente, deixou Baltimore em março de 1940 e foi para Palm Island, na Flórida.

Os últimos momentos de Al Capone


A doença havia chegado a um estágio bem avançado em Capone, tanto que os doutores alegaram, em 1946, que ele tinha uma capacidade mental equivalente à de uma criança de 12 anos. Capone passou os últimos dias de sua vida isolado em seu retiro na Flórida. No dia 21 de janeiro de 1947, sofreu um grave acidente vascular cerebral. Apesar de ter sobrevivido a ele, Capone contraiu pneumonia durante sua recuperação e teve uma parada cardíaca logo após alguns dias em 25 de janeiro de 1947. Como resultado dessa parada cardíaca, somada com suas outras doenças, Capone morreu em sua casa cercado pela família. Ele foi enterrado no cemitério de Mount Carmel na cidade de Hillside em Illinois.

Al Capone morreu rico?

As pessoas tendem a esquecer de que a maioria do dinheiro gerado pela gangue pertencia à gangue. Al pegou sua parte e a gastou o mais rápido que pôde. O resto foi distribuído entre a gangue. Outras verbas foram de fianças pagas à polícia, juízes, vereadores, advogados. O dinheiro também foi usado para o refinamento de equipamentos, caminhões, etc. Os negócios de Al Capone tinham despesas extremamente altas.


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