A evolução de Wolverine em X-Man


Em “Logan”, Hugh Jackman encarna o réquiem de Wolverine. Antes invencível, o mutante das garras de Adamântio agora parece frágil, com fator de cura vacilante. Nessas que pode ser sua última missão, ele protege Laura (Dafne Keen), garotinha criada a partir do DNA de Logan. Também deve ser a encarnação final de Jackman na pele do herói que interpretou ao longo de 17 anos.

Hoje, parece impossível ver outra pessoa no papel de Wolverine. Jackman é a própria figura do mutante, com ou sem as costeletas. Mas, em 2000, ele sequer foi a primeira escolha para o papel em “X-Men”, primeiro filme baseado na liga de mutantes da Marvel.

Com as filmagens já iniciadas, o escocês Dougray Scott teve que cancelar sua participação como Wolverine por conflitos de agenda. À época, filmava “Missão: Impossível 2” (2000), em que viveu o vilão Sean Ambrose.



Jackman, então mais conhecido na Austrália e na Inglaterra por seus trabalhos no teatro, desembarcou na franquia para estrear em Hollywood. Ao longo de 17 anos, passou por diversas metamorfoses na pele de Wolverine.

Somada à agressividade quase animalesca, a habilidade de se curar e evitar o envelhecimento sempre colocou Logan em uma posição desconfortável. Ao longo da franquia, ele serviu de figura paterna de vampira e nutriu uma paixão febril por Jean Grey, mas custou a aceitar o posto de líder dos X-Men.


Mesmo em “Logan”, ele tenta agir por conta própria, como um samurai sem nome. O principal drama de Wolverine na saga é o paradoxo imposto por seus poderes: sua força perene atrai violência e, por consequência, machuca quem ele mais ama. Jackman, de 48 anos, atravessou 17 deles na pele de um dos mais populares e atormentados super-heróis dos quadrinhos.


Veja a evolução de Wolverine na franquia dos X-Men:










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